Tradução do “How to Become A Hacker”

Tenho certeza que não sou o único que depois de ler este documento passou a admirar o Eric Raymond. Esta semana eu pretendia indicar a versão traduzida para um colega de trabalho mas não encontrei nenhuma que estivesse no mesmo nível do original, daí veio a idéia de traduzir o documento e o resultado é este.

Espero que gostem e peço que indiquem esse texto aos iniciantes, já que nesta versão, que está bem diferente da que li na década de 90, a qual acredito tenha sido a base da tradução para o português, várias novas dicas abrangem coisas como o domínio da língua inglesa e linguagens de programação mais modernas como o Python, entre outras coisas.

Sugestões serão bem vindas e se alguém se dispuser a fazer uma revisão eu agradeceria muito. Ainda estou trabalhando na seção FAQs, mas ela deve ficar pronta logo.

Tradução: Como se tornar um Hacker

Transposição de mídias como solução para o Ctrl-C & Ctrl-V na educação

Com o acaloramento das discussões sobre o impacto da inclusão digital no desempenho escolar e a exibição de algumas reportagens na TV apontando a prática do Copiar e Colar como grande vilão do uso de tecnologias de informação e comunicação na educação, logo vem em mente questões como:

  • O que poderiamos fazer para combater a banalização da pesquisa?
  • Como evitar o plágio nas pesquisas escolares?
  • Como favorecer a reflexão e o aprendizado diante da alta disponibilidade de trabalhos prontos na Internet?

Questões como essas, ao serem associadas à ainda incipiente adoção de recursos tecnológicos no processo de ensino e aprendizagem em nosso País, causam potenciais aumentos na resistência à adoção da nova postura que se apresenta.

O caso é que isso poderia ser resolvido de maneira relativamente simples, apenas transpondo algumas práticas já conhecidas para o novo contexto educacional, permeado pelo uso da Web e das novas tecnologias.

Se não há ainda uma maneira viável de verificar o real envolvimento dos estudantes na elaboração de uma peça escrita, tomada como componente de um plano de atividades de uma disciplina (os populares trabalhos escolares), por que não passar a utilizar outas mídias como forma de apresentação das peças produzidas?

Particularmente não vejo nada que impeça, por exemplo, a gravação em vídeo de apresentações, em formato muito próximo ao que se convencionou chamar de seminários, já que estes, por exigirem grandes quantidades de tempo em sala de aula, são vistos por muitos docentes com maus olhos, principalmente ao levar em consideração os calendários acadêmicos, cada vez mais apertados.

E você? O que acha?

Coluna de tecnologia do Jornal da Globo

Os telejornais da Rede Globo de Televisão são talvez a fonte de informação mais popular do Brasil, o que se deve não só a questões culturais mas, principalmente, à tradição que esses programas tem de levar a notícia à todas as camadas sociais da população de nosso país. Confesso que fiquei muito feliz ao ver ontém que agora haverá um espaço dedicado inteiramente à tecnologia no Jornal da Globo, já que isso contribuirá muito para melhorar a visão das pessoas sobre o assunto. O vídeo da primeira reportagem é esse:

Pelo que anunciaram no final da reportagem, será aberto um espaço para sugestões e uma espécie de “reunião de pauta” que será feita com os internautas. Portanto: Atenção blogueiros, geeks, nerds, e companhia.

Da minha parte só tenho que agradecer. Será sem dúvida um bom material para usar como apoio no esclarescimento de algumas dúvidas que costumam vir de pessoas próximas e alunos.