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Ajude a manter a Wikipédia no ar – mesmo sem colocar a mão no bolso!

O BR-Linux.org lançou uma campanha para ajudar a Wikimedia Foundation a manter a Wikipédia no ar. Se você puder doar diretamente, é sempre a melhor opção. Mas se não puder, veja as regras da promoção do BR-Linux e ajude a divulgar – quanto mais divulgação, maior será a doação do BR-Linux, e você ainda concorre a um pen drive!

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Caindo na Real: Metodologia para Desenvolvimento de Aplicações Web

Não sei se todo mundo já ouviu falar do Ruby on Rails, que é um framework para desenvolvimento ágil de aplicações web desenvolvido em uma linguagem chamada Ruby, muito parecida com o Python (que também possui frameworks assim), que são linguagens simples, dinâmicas e totalmente orientadas a objetos.

A empresa que desenvolveu o Ruby on Rails, a 37signals, também criou uma nova metodologia de desenvolvimento de aplicações web chamada “Getting Real”, que deu origem a um livro com o mesmo nome. A grande novidade é que esse livro agora está disponível para leitura on-line em português do brasil e pode ser encontrado nesse endereço.

É claro que existem outras metodologias, como a RUP, que é muito adequada para grandes projetos, principalmente os mais complexos, que contam com grandes equipes e que foca a organização e documentação prévia de cada detalhe do projeto, e a XP que é voltada para o desenvolvimento de aplicações privilegiando a comunicação com o usuário e a realização de ciclos rápidos de desenvolvimento focando a divisão do projeto em pequenas partes, aliada a modularização do projeto (e que deu origem a algumas técnicas marcantes, como a realização de testes unitários e a programação em pares).

Já a proposta do pessoal da 37signals foi criar uma metologia que privilegia a utilização de frameworks de desenvolvimento ágil, onde a preocupação com detalhes de implementação é totalmente abstraída e o desenvolvedor se foca apenas na construção da solução para o problema apresentado, podendo ser utilizada tanto em projetos pequenos quanto em grandes projetos. Além disso, as ferramentas de desenvolvimento ágil de aplicações web possuem recursos de auto-documentação e API‘s de fácil compreensão, além de serem desenvolvidas em linguagens de script, como as que eu citei inicialmente, onde o código fonte está sempre à disposição do desenvolvedor seguindo critérios de organização definidos pelo framework, que dentre outras coisas, também oferece a separação entre modelos, controladores e visões ( MVC).

Pois bem, se você leu até aqui eu creio que irá gostar de ler o livro. Ele é curto, divertido e de simples compreensão. Vale a pena perder um tempo e refletir sobre qual metodologia é mais adequada ao seu projeto.

Obs.: Tentei disponibilizar o máximo possível de links no texto pra dar uma força pra quem se sentir meio perdido. Espero que gostem.

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gadgets

OpenMoko, o concorrente de código aberto do iPhone da Apple

Nos últimos dias o hype em torno do iPhone da Apple tem sido grande, entretanto, um outro protótipo parece ser bem mais promissor, o nome dele é OpenMoko e, ao contrário do iPhone, irá oferecer a possibilidade de inclusão de aplicativos por programadores interessados na sua personalização/expansão.

Ainda não há muitos detalhes sobre o OpenMoko, mas parece ser um projeto bastante promissor, já que aparentemente oferece muitos recursos e a mesma usabilidade da plataforma utilizada no iPhone.


O primeiro aparelho a utilizar a plataforma OpenMoko é o FIC-NEO1973, mas é certo que, por se tratar de um projeto de código aberto, poderá surgir uma nova geração de SmartPhones baseados nessa plataforma muito em breve.


Pois bem. Só resta saber se as mais de 200 patentes registradas pela Apple durante a criação do iPhone não vão atrapalhar a novidade. No mais, vale a pena ficar atento, já que parece que o conceito de mobilidade computacional tende a mudar rapidamente no decorrer desse ano.

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Usando o TOR para acessar o YouTube via Brasil Telecom. Fuja da Cicarelli!

Como está sendo noticiado em diversos lugares, graças à Cicarelli, a Brasil Telecom está bloqueando o acesso ao YouTube em virtude de uma decisão judicial de que o YouTube deve ser tirado do ar em nosso país, o Brasil. Entretanto, existem várias alternativas que possibilitam o acesso a conteúdos bloqueados na Internet, dentre as quais a que mais merece atenção IMHO é o TOR.

O TOR é uma rede P2P através da qual é possível navegar de forma anônima através da Internet, fugindo de bloqueios, filtros e monitoramentos, além de oferecer comunicação criptografada entre os seus nós.

A instalação é simples, dispensa comentários, é só seguir a documentação.

Para aqueles, que como eu, preferem configurações mais avançadas, que permitem selecionar o que deve e o que não deve ser acessado através do TOR, vale a pena instalar também o FoxyProxy, que é uma extensão para o Firefox que atua muito bem em conjunto com o TOR.

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Fique protegido…

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desenvolvimento

Salve Gedit!

Compartilho aqui o texto do Elton Luís Minetto sobre o Gedit. Como tem ficado cada vez mais raro encontrar pessoas que dão o devido valor à boa e velha prática de programar utilizando um simples editor de texto, sem usar IDE’s e ambientes extremamente pesados e complexos eu achei interessante divulgar.

Também tenho utilizado o Gedit há algum tempo, o que acabou se intensificando com a versão 2.16 (muito boa), mas ainda não tinha atentado para o pacote de plugins.

Fica aí a dica.

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desenvolvimento metodologias

A Síndrome do "Não Inventado Aqui"

Tenho visto seguidamente ao longo dos anos que trabalho com tecnologia da informação (e estou certo que não sou o único) uma série de situações onde desenvolvedores de software simplesmente ignoram a existência de tecnologias e técnicas simplesmente por não levarem em consideração, ao longo de suas trajetórias, que outras pessoas podem ter feito a mesma coisa anteriormente com uma visão muito mais completa do problema.

Os argumentos para querer “re-inventar a roda” são tantos e tão variados que seria impossível enumerar uma quantidade significativa aqui, assim sendo, deixo aqui esse espaço para que os meus 2 ou 3 leitores ocasionais descrevam aqui as situações impares de NIH (Not Invented Here) pelas quais já passaram.

Apesar de já criticar largamente esse tipo de atitude há um bom tempo, só recentemente tomei conhecimento do termo própriamente dito depois que foi postado um texto sobre o assunto abordando a decisão dos desenvolvedores do Django, o Framework Web com o qual eu venho trabalhando, de não aproveitar o código de terceiros na sua composição, fato esse que vem sendo lentamente revertido mas que foi, de certa forma, até benéfico para a consolidação da ferramenta.

Mas quais benefícios e malefícios a decisão de aplicar ou não as idéias de terceiros podem trazer a um projeto? Pois bem. Quem aqui disse que é preciso usar unicamente um pedaço de software de outra pessoa para fugir da tal síndrome?

É preciso estar atento às mudanças, saber escolher dentro da miríade de opções de tecnologias e técnicas que aparecem todos os dias, aplicar apenas aquilo que traga algum benefício real ao projeto, optando por re-utilizar o código de terceiros ou, em segunda instância, aplicar engenharia reversa, ou ainda, apenas se basear em boas idéias alheias para criar algo que ofereça o melhor dos dois mundos, ou seja, o entendimento e controle total sobre o código e a eficiência já comprovada daquilo que realmente funciona bem em projetos de terceiros.

Fazer valer o ditado que diz que é sábio aprender com os erros dos outros é uma dádiva, principalmente em se tratando de aplicações para web e produtos que devem atender a critérios de usabilidade e acessibilidade. O fato de estar fazendo algo que não é completamente novo e que segue diversas tendências já consolidadas pode castrar de certa forma a criação, mas poupa tempo e esforço, sendo portanto mais produtivo e possibilitando um saldo de disposição para as etapas do projeto onde ela, a disposição, é mais necessária.

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desenvolvimento frameworks

Django Book

Está disponível no endereço http://djangobook.com a versão prévia do Livro do Django que está sendo escrito por Adrian Holovaty e Jacob Kaplan-Moss, os dois sujeitos mais envolvidos com o desenvolvimento do Framework Web Django. E pra não dizer que não falei em flores, até a Interface do Livro na Web é um verdadeiro show :-).

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Java Sucks! O Retorno

Lembram da polêmica sobre o primeiro vídeo elaborado por Sean Kelly, aquele sujeito que trabalha para a NASA e que parece não ir muito com a cara do Java, onde foram comparados vários frameworks para desenvolvimento de aplicações web? Pois então, ele fez de novo! Agora ele elaborou um vídeo mostrando em detalhes, para aqueles que não acreditaram, como é possível desenvolver uma aplicação que roda sobre o Plone sem escrever nenhuma linha de código.

O vídeo pode ser acessado no endereço http://www.archive.org/details/SeanKellyGettingYourFeetWetwithPlone e, a exemplo do primeiro vídeo, não poupa comentários ácidos sobre Java e uma boa dose de bom humor. Dessa vez não vou fazer uma análise como fiz do outro vídeo porque ele é bem menor e pode ser baixado e assistido na íntegra sem maiores problemas pela maioria.

No final do vídeo ele diz que vai incluir vários recursos na pequena aplicação que criou e publicar novos screencasts mostrando como é possível, mas acho que isso dificilmente irá acontecer, ou pelo menos, se acontecer, não trará tanta polêmica, porque é justamente no ponto em que ele parou que, digamos assim, a Cinderela perde o encanto, ou seja, é necessário escrever código. Mesmo assim, acho que o vídeo demonstra bem as possibilidades do Plone e, principalmente, do Archetypes, servindo como uma boa introdução à forma com que muita gente tem desenvolvido ótimas aplicações usando o Plone como base, dentre os quais eu gostaria de citar as que tem sido desenvolvidas pelo pessoal do Interlegis e que podem ser vistas/acessadas no endereço http://colab.interlegis.gov.br/.

Bom, aqui eu continuo seguindo o meu caminho com o Django e também disponibilizei o código fonte de um projeto que estou desenvolvendo em http://gnu.unipar.br. Então, viva a diversidade e Happy Coding! 😉

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dicas linux

Rodando o BrOffice.org 2.0.3 no Ubuntu 6.06 (Dapper)

Depois de perder um tempo tentando fazer funcionar corretamente o BrOffice.org 2.0.3 no meu laptop descobri que existe uma dependência não documentada para o pacote “libglitz1” que faz com que a aparência do software fique horrível ao rodar no Gnome, então segue abaixo o procedimento para instalação:

Faça o download do BrOffice.org em formato DEB e descompacte o arquivo em uma pasta temporária, depois vá até dentro da pasta DEBS que está na pasta que será criada ao descompactar o arquivo e execute os seguintes comandos:

sudo apt-get remove openoffice.org-core
sudo apt-get install libglitz1
sudo dpkg -i *.deb

Feche a sessão ou mate o processo do gnome-panel com o comando abaixo para que os ícones apareçam corretamente na aba “Escritório”:

killall -9 gnome-panel

Pronto! Já pode usar o BrOffice.org 2.0.3 sem perder tempo. 😉